3 aspectos básicos para desenvolver um produto de exportação

12.06.2018 - Empreendedorismo

3 aspectos básicos para desenvolver um produto de exportação

Um produto de fato é de exportação quando um grupo de consumidores aceitam, em princípio, como algo que vai satisfazer suas necessidades, ansiedades, cumpre com as normas e regulamentações que impõe o governo de um determinado país ao nosso produto.
Ainda que os consumidores adquirem um produto para satisfazer suas necessidades, essa satisfação não deriva somente do produto básico. Existem outros aspectos adicionais, como o design do produto, as marcas registradas e a embalagem do produto (a apresentação).
Estas características do produto influenciam de maneira notável nas decisões do consumidor e quando um produto é padronizado chega a constituir um fator decisivo para promover a compra.

1 Design do produto

O design do produto é um aspecto mais amplo do que o estilo, que só descreve sua aparência, este permite não só captar a atenção, como melhorar o funcionamento de um produto, diminuir seus custos de produção e conceder grande vantagem competitiva no mercado nacional e internacional.
Para isso é necessário ter um bom design, que inclui uma combinação de cores adequadas e um tamanho e formato de letra que permita diferenciar um produto dos demais. A prova consiste em que o consumidor possa reconhecer e identificar o produto a distância.

2 A marca

Os consumidores vem na marca como uma parte importante do produto que agrega valor. Uma marca é o nome, símbolo ou desenho que pode identificar os bens e serviços de um vendedor ou grupo de vendedores, para diferencia-los dos seus concorrentes. O nome da marca consta de palavras, letras ou números que se podem verbalizar. O logotipo é a parte de uma marca que se expressa na forma de símbolos, desenhos, cores ou rótulos diferenciados.


3 A embalagem do produto

Uma embalagem é o cobertor ou recipiente de um produto que fornece proteção, facilita seu uso, conservação e proporciona uma importante comunicação. Definitivamente, as funções da embalagem foram evoluindo com o passar do tempo. No início eram apenas funcionais, ou seja, forneciam proteção ao produto e eram mais fáceis de manusear. Embora, desde o ponto de vista estratégico, a embalagem tomou um papel mais complexo como ferramenta competitiva no ponto de venda. Sem espaço para dúvidas, o trabalho mais importante da embalagem é comunicar o que a marca representa.
Existem marcas em que o posicionamento na mente dos consumidores é o mesmo na China, Egito, Índia ou Cingapura. Neste caso é possível desenvolver a mesma embalagem para que cumpra com exatamente a mesma comunicação.
Embora tenha marcas cujo design global não serve, porque o que se pretende comunicar varia em cada país, razão pela qual resulta na necessidade de desenhar diferentes embalagens. Não se deve globalizar só por fazer. Isto é possível quando tem sentido e vai de encontro com as estratégias de determinada marca, do contrário, adotar uma embalagem global resulta em muito risco.